2011
passou a jato. Voando. Foi um ano inédito em volume e revolução de
acontecimentos incomuns que se tornaram reais. Ano em que a utopia virou
realidade.
Ninguém
foi capaz de prever o que aconteceria neste ano: a primavera árabe após
milênios de submissão com o destronamento – pelo povo - de ditadores há décadas
no poder; um terremoto acompanhado de uma tsunami, com ondas de 30 metros de
altura que destruíram parte do Japão; as chuvas que destruiram cidades na região
serrana do Rio; um atirador massacrando a tiros crianças em uma escola e a
ocupação do poder público nas favelas, também no Rio; um livro revelando o
desvio de bilhões de dólares das privatizações na era FHC; uma juíza peitando a
corrupção do judiciário brasileiro; uma mulher, ex-guerrilheira, é a comandante
em chefe das forças armadas e presidente do Brasil; a Europa entra em colapso
econômico e afunda na crise social; o Brasil ultrapassa a Grã-Bretanha e é a
sexta economia do mundo. Essas estórias, até pouco tempo atrás, seriam
impossíveis de acontecer.
Mas
aconteceram. Estão acontecendo e trarão consigo seus desdobramentos no ano que
se inicia. Os parâmetros da humanidade, já a partir de 2012, mudarão de maneira
radical e definitivamente a maneira como viveremos daqui para frente e como
vemos nossa realidade, mais do que em qualquer outro momento da nossa estória
na Terra, até porque o próprio planeta está mudando, o tempo está mudado e o jogo
pelo poder também, em grande parte graças à internet e suas redes sociais.
Algumas
coisas que rolam pela rede e que a tv, os jornais e as revistas não contam é
que já consumimos 95% dos grandes peixes dos oceanos; a Globo, pela primeira
vez, não fará a cobertura televisiva das olimpíadas e está sendo ultrapassada
no Ibope pela Record; Cuba está testando com sucesso uma vacina contra o câncer
de pulmão; os chineses se preparam para uma viagem tripulada à lua e já possuem
seu próprio sistema GPS; a Nasa se prepara para informar à humanidade que
existe vida fora da Terra, algo que o Vaticano já considera possível. Essas
coisas dentre várias outras, utópicas para muitos, serão a gênese de um novo
mundo. Já estão acontecendo, já acontecem há muito tempo e só agora vamos tomar
consciência das várias possibilidades que elas trazem.
No
próximo ano o assunto mais batido e repetido será sobre a profecia maia de que
o fim do mundo será em dezembro, no dia 21. O que se sabe é que os maias
acertaram com precisão, há milhares de anos, dois eventos astronômicos que,
segundo eles, sinalizariam um novo tempo para a humanidade – e não o fim do
mundo como dizem alguns. Esse dois eventos são comprovados cientificamente: um
eclipse solar em abril e um alinhamento dos planetas do sistema solar com o
sol, que por sua vez estará alinhado com o centro da galáxia, chamado de
precessão dos equinócios. Isto poderá desencadear uma onda gigantesca de
energia solar que poderia destruir sistemas elétricos e eletrônicos,
mergulhando o planeta na escuridão e no caos já que não existe tecnologia para
se proteger de um evento deste porte – caso aconteça.
Mas
até então é só especulação, nada se pode prever, vamos viver e esperar pra ver,
pode ser mais uma grande utopia e eventos utópicos não acontecem, como se sabe.
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